Quem são? De onde são? Como conseguiram ficar ricos?
Nosso blog INGLÊS COMERCIAL E JURÍDICO traz todas essas informações fresquinhas para você, e propõe uma reflexão…
Os 10 mais ricos do mundo:
(Dados: NOME, PAÍS, IDADE, COMO ADQUIRIU SUA FORTUNA)
1. Warren Buffet, EUA, 77, construiu sua fortuna.
2. Carlos Slim Helu, México, 68, construiu sua fortuna.
3. Bill Gates, EUA, 52, construiu sua fortuna.
4. Lakshmi Mittal, Índia, 57, herdou e continua aumentando sua fortuna.
5. Mukesh Ambani, Índia, 50, construiu sua fortuna.
6. Anil Ambani, Índia, 48, herdou sua fortuna.
7. Ingvar Kamprad, Suécia, 81, construiu sua fortuna.
8. KP Singh, Índia, 76, herdou e continua aumentando sua fortuna.
9. Oleg Deripaska, Russia, 40, construiu sua fortuna.
10. Karl Albrecht, Alemanha, 88, construiu sua fortuna.
CONSTATAÇÃO:
Dos 10 mais ricos do mundo,
· 08 têm idade igual ou superior a 50 anos;
· 07 são self-made billionaires, ou seja, construíram sua própria fortuna;
· 02 dos que herdaram continuam aumentando suas fortunas;
· nenhum deles ficou rico ganhando na loteria;
· 06 falam Inglês como primeira ou segunda língua.
REFLEXÕES:
1) RIQUEZA NÃO É UMA QUESTÃO DE SORTE - A maioria dos milionários obteve sua riqueza trabalhando, investindo e acumulando. Começaram seus empreendimentos entregando jornais (como Warren Buffet), vendendo móveis (como Ingvar Kamprad) ou flores de plástico (como Li Ka-shing, 11o. na lista). Poucos receberam uma fortuna como herança. Mesmo assim, estes continuam trabalhando para preservar e aumentar seu patrimônio.
2) É NECESSÁRIO TER PACIÊNCIA – A maioria dos milionários construiu sua fortuna ao longo de décadas e só entrou para a lista em idade madura.
3) COMUNICAÇÃO É VITAL NOS NEGÓCIOS - O processo de construção de uma fortuna exige observação, planejamento e boa comunicação na hora de fazer negócios. Falar fluentemente Inglês (como língua materna ou estrangeira) é, sem dúvida alguma, uma ferramenta indispensável para o sucesso nos empreendimentos. Além disso, estar bem-informado sobre bons investimentos e negócios é essencial para se obter um bom retorno. E muitas informações boas circulam em Inglês...
CONCLUSÃO:
Se você não nasceu rico nem conseguiu ainda ganhar na (tão sonhada!) loteria, não desanime. Pelo contrário, é hora de começar a caminhar na direção de sua fortuna - pelo caminho da realidade:
- Trabalhe e sempre reserve algum dinheiro para investir e aplicar;
- Observe constantemente o mundo à sua volta, buscando sempre uma oportunidade de um bom negócio ou investimento;
- Leia, ouça e assista a notícias: mantenha-se bem informado;
- Estude aplicadamente para dominar o idioma mais falado no mundo dos negócios – o Inglês. Principalmente o Inglês Comercial, a chave de todas as situações de negócios de que você vai participar.
Muito sucesso para você, e que seu nome esteja na lista dos 10 mais ricos do mundo daqui a alguns anos.
Eliziane Andrade
P.S.: Para os que desejarem saber mais detalhes sobre o mundo das 10 maiores fortunas da atualidade, leia:
http://www.forbes.com/2008/03/05/richest-people-billionaires-billionaires08-cx_lk_0305billie_land.html
quarta-feira, 7 de maio de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Cidades globais: as 10 mais poderosas
Uma pesquisa realizada pelo grupo de estudos Globalização e Cidades Mundiais (sigla GaWC, em Inglês) da Universidade de Loughborough, em Liverpool, GB, e publicada na edição especial de 40 anos da revista Exame, em 05.12.2007, aponta que há cidades no mundo atual que são politica, economica e culturalmente mais influentes do que muitas nações. Segundo o GaWC, 40 cidades despontam como as mais prósperas, inovadoras e influentes metrópoles do mundo. As dez mais poderosas são:
1 - Londres
2 - Nova York
3 - Hong Kong
4 - Paris
5 - Tóquio
6 - Cingapura
7 - Toronto
8 - Chicago
9 - Madri
10- Frankfurt
É difícil não perceber que, entre essas “10 mais”, seis falam Inglês como primeira ou segunda língua oficial. Isso significa que o Inglês se tornou uma língua predominante no mundo dos negócios, da política, do conhecimento científico, das tendências da atualidade, enfim, do poder...
1 - Londres
2 - Nova York
3 - Hong Kong
4 - Paris
5 - Tóquio
6 - Cingapura
7 - Toronto
8 - Chicago
9 - Madri
10- Frankfurt
É difícil não perceber que, entre essas “10 mais”, seis falam Inglês como primeira ou segunda língua oficial. Isso significa que o Inglês se tornou uma língua predominante no mundo dos negócios, da política, do conhecimento científico, das tendências da atualidade, enfim, do poder...
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Arbitragem internacional: os maiores centros
Atualmente, algumas cidades no mundo destacam-se como centros de arbitragem internacional - por exemplo, Londres, Paris, Genebra, Estocolmo, Nova York, Madri, Hong Kong, Singapura, Sidney, Bruxelas, Viena. Esta citação não está listando as cidades em ordem de preferência ou popularidade.
Mas se compararmos com a lista das mais influentes metrópoles do mundo, mencionadas em nossa postagem anterior, perceberemos dois fatos bem visíveis:
- as duas listas têm várias cidades em comum (Londres, Nova York, Paris, Hong Kong, Cingapura, Madri, etc);
- nas duas listas, há várias cidades cuja primeira ou segunda língua oficial é o Inglês.
Mas se compararmos com a lista das mais influentes metrópoles do mundo, mencionadas em nossa postagem anterior, perceberemos dois fatos bem visíveis:
- as duas listas têm várias cidades em comum (Londres, Nova York, Paris, Hong Kong, Cingapura, Madri, etc);
- nas duas listas, há várias cidades cuja primeira ou segunda língua oficial é o Inglês.
domingo, 13 de abril de 2008
O escritório é um campo de batalha?
Na língua inglesa, the office is a battlefield… É por isso que há tantos termos técnicos militares que são usados no mundo dos negócios. A matriz de uma empresa, por exemplo, pode ser traduzida como head office ou headquarters (= quartel-general). Diz-se também da segunda pessoa na hierarquia de um escritório: “He / she is the second in comand”.
É na área de Marketing que vemos a maior parte dessas expressões idiomáticas emprestadas das artes bélicas. Quando o assunto é competitividade, fala-se em ganhar terreno (gain ground) no mercado e juntar forças (join forces) com outra empresa em alguma parceria; as metas para a área de vendas são targets (=alvos); e concorrentes devem ser bombardeados (bombarded).
Yes, business is war... Então, o melhor a fazer é se armar do melhor conhecimento possível para não entrar em nenhuma situação difícil - ou campo minado (minefield) - e nem ser apanhado em algum fogo cruzado (get caught in the crossfire). Proteja-se bem e mire no sucesso!
Keep your back covered and set your sights on success!
É na área de Marketing que vemos a maior parte dessas expressões idiomáticas emprestadas das artes bélicas. Quando o assunto é competitividade, fala-se em ganhar terreno (gain ground) no mercado e juntar forças (join forces) com outra empresa em alguma parceria; as metas para a área de vendas são targets (=alvos); e concorrentes devem ser bombardeados (bombarded).
Yes, business is war... Então, o melhor a fazer é se armar do melhor conhecimento possível para não entrar em nenhuma situação difícil - ou campo minado (minefield) - e nem ser apanhado em algum fogo cruzado (get caught in the crossfire). Proteja-se bem e mire no sucesso!
Keep your back covered and set your sights on success!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Dicionários de termos jurídicos
Dicionários e outras obras de referência para Inglês Jurídico:
CAVALCANTE, José Cândido Marques. Dicionário Inglês-Português de termos econômicos e comerciais. Petrópolis: Vozes / Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 1979.
BLACK, Henry Campbell. Black´s Law Dictionary. Sixth Edition. USA: West Publishing Co., 1990.
CLAPP, James E. Random House Webster´s DICTIONARY OF LAW. New York: Random House, 2000.
COLLIN, P.H. Dictionary of Law -Third edition. Great Britain: Peter Collin Publishing Ltd., 2000.
GIFIS, Steven H. Law Dictionary - Fourth Edition. USA: Barron´s, 1996.
GOYOS, Durval de Noronha. (1993) Dicionário juridico Português-Inglês. São Paulo : Observador Legal Editora, 2002.
MELLO, Maria Chaves de. Dicionário Jurídico Português/Inglês/Português. 8ª. edição revista, ampliada e atualizada. São Paulo: Método, 2006.
NOGUEIRA, Danilo. Vocabulário para Direito Societário Português/Inglês. São Paulo: SBS, 2000.
WALKER, David M. The Oxford Companion to Law. Oxford: Claredon Press, 1980.
CAVALCANTE, José Cândido Marques. Dicionário Inglês-Português de termos econômicos e comerciais. Petrópolis: Vozes / Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 1979.
BLACK, Henry Campbell. Black´s Law Dictionary. Sixth Edition. USA: West Publishing Co., 1990.
CLAPP, James E. Random House Webster´s DICTIONARY OF LAW. New York: Random House, 2000.
COLLIN, P.H. Dictionary of Law -Third edition. Great Britain: Peter Collin Publishing Ltd., 2000.
GIFIS, Steven H. Law Dictionary - Fourth Edition. USA: Barron´s, 1996.
GOYOS, Durval de Noronha. (1993) Dicionário juridico Português-Inglês. São Paulo : Observador Legal Editora, 2002.
MELLO, Maria Chaves de. Dicionário Jurídico Português/Inglês/Português. 8ª. edição revista, ampliada e atualizada. São Paulo: Método, 2006.
NOGUEIRA, Danilo. Vocabulário para Direito Societário Português/Inglês. São Paulo: SBS, 2000.
WALKER, David M. The Oxford Companion to Law. Oxford: Claredon Press, 1980.
Dicionários
Tentar aprender um idioma sem ter um bom dicionário é perda de tempo – literalmente. Onde mais se pode encontrar aquela palavra de que você precisa tanto? Além disso, um dicionário é útil para se averiguar a grafia correta de um termo (ou se há mais de uma grafia), a pronúncia da palavra (um bom dicionário mostrará também as variações regionais), que classe de palavra é (substantivo, adjetivo, verbo, etc), o grau de formalidade da palavra (se é arcaica, coloquial, gíria, baixo calão, etc) e se pertence a alguma área técnica ou científica (Medicina, Filosofia, Direito, etc). Sem falar nas expressões idiomáticas, cujo conhecimento é fundamental para aqueles que desejam ter um inglês fluente e natural.
Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.
O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.
Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.
O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.
CD-ROM ou CD-rum?
E por falar em mídia digital... É impressionante como até hoje se vê por aí gente pronunciando errado, falando em "CD-rum"... Eu me pergunto quantas garrafas de rum são necessárias para produzir esse efeito. A forma correta é CD-ROM, que é a abreviação de Compact Disk Read Only Memory, ou disco compacto somente de leitura.
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