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quarta-feira, 31 de março de 2010

Mais um dicionário de inglês jurídico

Lançado em São Paulo no último dia 4 de março, já chegou às livrarias o Dicionário Jurídico Bilíngue - Português-Inglês / Inglês-Português, de Marina Bevilacqua de La Touloubre.

O dicionário promete ser um instrumento de grande ajuda para profissionais do Direito e tradutores, que precisam expressar com clareza em inglês termos específicos do Direito brasileiro e vice-versa.

O livro tem capa dura e é dividido em duas partes: páginas com parte superior em azul com verbetes em português e seus equivalentes em inglês, além de comentários da autora sobre os sentidos específicos dos termos; páginas com parte superior em vermelho, do inglês para o português.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ainda sobre redes sociais

- Outro campeão de usuários, o LinkedIn, ainda não tem versão em português;
- O uso de redes sociais como forma de comunicação ultrapassou o e-mail em 2008 (segundo estatísticas da Nielsen Online);
- Graças ao Twitter, mídias tradicionais como a BBC, a CNN e o New York Times encontraram maior alcance e maior interatividade com seu público.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Oil & Gas Outlook Brasil 2009









Sitting upon 12.2 billion gallons of oil reserves, Brazil is one of the world’s fastest growing oil producers.

Assim os organizadores da Oil & Gas Outlook Brasil 2009 apresentam a importância de seu evento. São dois dias inteiros de conferências sobre operações de upstream, incluindo apresentações e painéis sobre a atual regulamentação, condições e estratégias para exploração e produção e financiamento de operações.

O evento orgulhosamente se apresenta como “the only conference with an international speaker staff exclusively focused on Brazil.”

O idioma do evento? English, of course.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Educação sem barreiras de língua


Eles têm excelência em educação e uma atraente lista de MBAs, dentre os quais Marketing é um dos mais procurados, assim como o MBA em Gestão e Business Law. Este último está sendo disponibilizado a empresas e as suas universidades corporativas (cursos in-company). E para assegurar a qualidade de seu material didático, foi criado o Pool de Serviços.

Em que país fica essa instituição? No Brasil, mesmo... Estamos falando do programa FGV Management, da Fundação Getúlio Vargas. Pela quantidade de termos da língua inglesa encontrada na página da instituição, percebe-se a importância dada ao conhecimento de idiomas, particularmente o Inglês. Não se trata de mera erudição: a FGV, uma instituição de excelência educacional, parece estar consciente de que o Brasil precisa deixar de ser um país monolíngüe para se inserir definitivamente no cenário internacional.

E a contribuição da FGV é preparar executivos brasileiros para essa nova era de internacionalização e globalização. Os benefícios serão de toda a sociedade brasileira: mais negócios internacionais, mais investimentos estrangeiros, mais empregos, mais geração de renda.

Para mais informações sobre os programas e cursos da FGV, acesse:

FGV Management
http://www.fgv.br/fgvmgm/

Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV)
http://www.ebape.fgv.br/institucional/asp/dsp_escola.asp

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Brasil sem Inglês perde investimentos multinacionais


É "chover no molhado" dizer que os executivos de negócios no Brasil estão perdendo oportunidades de ótimos empregos por não falarem Inglês. A (má) novidade é que o Brasil como um todo está perdendo com isso: multinacionais estão preferindo abrir subsidiárias em outros países, como a Costa Rica e a Argentina (em vez do Brasil), porque nesses locais encontram-se mais facilmente executivos bilíngües.

É o que revela uma reportagem intitulada "Não tem perhaps", publicada na revista Você S.A. de agosto de 2008. A matéria traz diversos exemplos recentes dessa lamentável perda. A HP, a multinacional americana de computadores, desistiu de abrir um centro de serviços em São Paulo. E quem levou a melhor foi a Costa Rica, que com isso lucrou 5,000 empregos para jovens recém-formados na área de informática. Jair Pianucci, diretor de Recursos Humanos da HP, explica que na Costa Rica, que só tem 4,3 milhões de habitantes, é comum encontrar milhares de trabalhadores que falam perfeitamente Inglês - ao passo que no Brasil, país com uma população muito maior, profissionais realmente bilíngues são raros, mesmo entre os executivos de negócios.

A multinacional alemã de tecnologia SAP decidiu construir seu centro de serviços compartilhados na Argentina. E o Brasil perdeu mais 50 vagas para profissionais. A SAP Brasil também interrompeu os investimentos no seu centro de desenvolvimento de software em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Álvaro Cyrino, professor de estratégia e internacionalização da Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte, aponta outras barreiras: o Brasil tem custos muito altos de produção, infra-estrutura e impostos. Some-se a isso a carência de trabalhadores bilíngües (mais disponíveis em outros países vizinhos) e lá se vai mais um investimento que poderia ter ficado no Brasil.

Nosso blog Inglês Comercial e Jurídico gostaria de lembrar aos leitores que tanto na Argentina como na Costa Rica o Inglês não é língua materna nem oficial. Portanto, se esses países têm mais profissionais bem formados, com certeza isso se deveu a esforços e a investimentos realizados por seus governos e sociedades. O Brasil poderia ser mais competitivo se encarasse a barreira da língua como um urgente desafio a ser vencido, em vez de ignorar o problema. Falar bem um idioma - estrangeiro ou materno - é uma questão de estrutura de ensino, investimento correto em educação.

Há dois anos a multinacional indiana Tata teve grande dificuldade ao montar seu escritório aqui no Brasil: não havia gente qualificada o suficiente para se comunicar em Inglês. A empresa alemã Siemens ainda tem vagas abertas aqui em sua filial brasileira - as vagas não são preenchidas por causa da carência de pessoas fluentes no idioma.

A revista Você S.A. prossegue com observações importantes, feitas por experts em Recursos Humanos, de que não se trata somente de "se comunicar em inglês" - é essencial que o profissional tenha um bom nível de expressão no idioma, que o permita efetivamente conversar e realizar negócios em inglês (inclusive com falantes nativos), redigir corretamente documentos e e-mails, etc.

O Brasil perde quando fica fora dos planos de expansão e investimento de grandes corporações, que poderiam estar estabelecidas aqui, gerando empregos e divisas. E nossos profissionais também perdem, quando ficam sem a oportunidade de uma experiência de trabalho numa empresa multinacional de grande porte e tecnologia de ponta.

É hora de pronunciarmos nosso "Abre-te, Sésamo" - pensar no estudo de idiomas como uma chave que abrirá muitas portas para o Brasil no mercado internacional, e ajudará a trazer o desenvolvimento de que nosso país tanto necessita.

LINK:
Revista Você S.A.
http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0122/aberto/materia/mt_293211.shtml

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O Código Civil Brasileiro em Inglês

Um lançamento recente - e mais uma importante ferramenta para aqueles que trabalham com Direito, Relações Internacionais, Comércio Exterior:

ROSE, Leslie. O Código Civil Brasileiro em Inglês - The Brazilian Civil Code In English. Rio de Janeiro: Renovar, 2008.

ISBN: 97885147-667-7

Trata-se de uma edição bilíngüe (Português / Inglês), uma louvável iniciativa tanto da autora quanto da editora. Esperamos que outras publicações de códigos bilíngües venham na seqüência, particularmente neste momento de expansão e destaque que o Brasil vivencia no cenário comercial e político mundial.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

By-laws or bylaws?

Bylaws (termo usado normalmente no plural) é um documento que define a organização interna de uma instituição, uma empresa, um clube, etc; pode-se traduzir como estatuto ou regulamento. Nos EUA, é o contrato social (que na Grã-Bretanha chama-se Articles of Association).

By-law, no inglês britânico, é uma lei municipal; seu equivalente no inglês americano é ordinance.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Arbitragem internacional: os maiores centros

Atualmente, algumas cidades no mundo destacam-se como centros de arbitragem internacional - por exemplo, Londres, Paris, Genebra, Estocolmo, Nova York, Madri, Hong Kong, Singapura, Sidney, Bruxelas, Viena. Esta citação não está listando as cidades em ordem de preferência ou popularidade.

Mas se compararmos com a lista das mais influentes metrópoles do mundo, mencionadas em nossa postagem anterior, perceberemos dois fatos bem visíveis:

- as duas listas têm várias cidades em comum (Londres, Nova York, Paris, Hong Kong, Cingapura, Madri, etc);

- nas duas listas, há várias cidades cuja primeira ou segunda língua oficial é o Inglês.

domingo, 13 de abril de 2008

O escritório é um campo de batalha?

Na língua inglesa, the office is a battlefield… É por isso que há tantos termos técnicos militares que são usados no mundo dos negócios. A matriz de uma empresa, por exemplo, pode ser traduzida como head office ou headquarters (= quartel-general). Diz-se também da segunda pessoa na hierarquia de um escritório: “He / she is the second in comand”.

É na área de Marketing que vemos a maior parte dessas expressões idiomáticas emprestadas das artes bélicas. Quando o assunto é competitividade, fala-se em ganhar terreno (gain ground) no mercado e juntar forças (join forces) com outra empresa em alguma parceria; as metas para a área de vendas são targets (=alvos); e concorrentes devem ser bombardeados (bombarded).

Yes, business is war... Então, o melhor a fazer é se armar do melhor conhecimento possível para não entrar em nenhuma situação difícil - ou campo minado (minefield) - e nem ser apanhado em algum fogo cruzado (get caught in the crossfire). Proteja-se bem e mire no sucesso!

Keep your back covered and set your sights on success!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Dicionários

Tentar aprender um idioma sem ter um bom dicionário é perda de tempo – literalmente. Onde mais se pode encontrar aquela palavra de que você precisa tanto? Além disso, um dicionário é útil para se averiguar a grafia correta de um termo (ou se há mais de uma grafia), a pronúncia da palavra (um bom dicionário mostrará também as variações regionais), que classe de palavra é (substantivo, adjetivo, verbo, etc), o grau de formalidade da palavra (se é arcaica, coloquial, gíria, baixo calão, etc) e se pertence a alguma área técnica ou científica (Medicina, Filosofia, Direito, etc). Sem falar nas expressões idiomáticas, cujo conhecimento é fundamental para aqueles que desejam ter um inglês fluente e natural.


Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.

O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.

CD-ROM ou CD-rum?

E por falar em mídia digital... É impressionante como até hoje se vê por aí gente pronunciando errado, falando em "CD-rum"... Eu me pergunto quantas garrafas de rum são necessárias para produzir esse efeito. A forma correta é CD-ROM, que é a abreviação de Compact Disk Read Only Memory, ou disco compacto somente de leitura.