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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Figures

Já conversamos aqui em nosso blog sobre os falsos cognatos ou "falsos amigos" da língua inglesa: palavras em inglês que se parecem com palavras em português, mas têm significado diferente - como, por exemplo, library (= biblioteca), pretend (=fingir) e push (= empurrar).

Vale a pena dar uma olhada na lista para não ser apanhado de surpresa pelos "falsos amigos":
http://inglescomercialejuridico.blogspot.com/2009/03/os-falsos-amigos-falsos-cognatos.html

Figure é uma palavra bastante usada no Inglês Comercial. É um falso cognato: não significa figura, como em português. Figure significa número, algarismo. Por extensão, é usada no sentido de contas, estatísticas, registros numéricos. Então, quando dizemos the sales figures, estamos falando dos números que expressam os resultados das vendas da empresa - o faturamento, o lucro (ou prejuízo), etc. Se queremos dizer "os números da economia", dizemos figures on the economy.
Figures on the economy were questioned by the new Minister.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Oil & Gas Outlook Brasil 2009









Sitting upon 12.2 billion gallons of oil reserves, Brazil is one of the world’s fastest growing oil producers.

Assim os organizadores da Oil & Gas Outlook Brasil 2009 apresentam a importância de seu evento. São dois dias inteiros de conferências sobre operações de upstream, incluindo apresentações e painéis sobre a atual regulamentação, condições e estratégias para exploração e produção e financiamento de operações.

O evento orgulhosamente se apresenta como “the only conference with an international speaker staff exclusively focused on Brazil.”

O idioma do evento? English, of course.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Educação sem barreiras de língua


Eles têm excelência em educação e uma atraente lista de MBAs, dentre os quais Marketing é um dos mais procurados, assim como o MBA em Gestão e Business Law. Este último está sendo disponibilizado a empresas e as suas universidades corporativas (cursos in-company). E para assegurar a qualidade de seu material didático, foi criado o Pool de Serviços.

Em que país fica essa instituição? No Brasil, mesmo... Estamos falando do programa FGV Management, da Fundação Getúlio Vargas. Pela quantidade de termos da língua inglesa encontrada na página da instituição, percebe-se a importância dada ao conhecimento de idiomas, particularmente o Inglês. Não se trata de mera erudição: a FGV, uma instituição de excelência educacional, parece estar consciente de que o Brasil precisa deixar de ser um país monolíngüe para se inserir definitivamente no cenário internacional.

E a contribuição da FGV é preparar executivos brasileiros para essa nova era de internacionalização e globalização. Os benefícios serão de toda a sociedade brasileira: mais negócios internacionais, mais investimentos estrangeiros, mais empregos, mais geração de renda.

Para mais informações sobre os programas e cursos da FGV, acesse:

FGV Management
http://www.fgv.br/fgvmgm/

Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV)
http://www.ebape.fgv.br/institucional/asp/dsp_escola.asp

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O Código Civil Brasileiro em Inglês

Um lançamento recente - e mais uma importante ferramenta para aqueles que trabalham com Direito, Relações Internacionais, Comércio Exterior:

ROSE, Leslie. O Código Civil Brasileiro em Inglês - The Brazilian Civil Code In English. Rio de Janeiro: Renovar, 2008.

ISBN: 97885147-667-7

Trata-se de uma edição bilíngüe (Português / Inglês), uma louvável iniciativa tanto da autora quanto da editora. Esperamos que outras publicações de códigos bilíngües venham na seqüência, particularmente neste momento de expansão e destaque que o Brasil vivencia no cenário comercial e político mundial.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

By-laws or bylaws?

Bylaws (termo usado normalmente no plural) é um documento que define a organização interna de uma instituição, uma empresa, um clube, etc; pode-se traduzir como estatuto ou regulamento. Nos EUA, é o contrato social (que na Grã-Bretanha chama-se Articles of Association).

By-law, no inglês britânico, é uma lei municipal; seu equivalente no inglês americano é ordinance.

domingo, 13 de abril de 2008

O escritório é um campo de batalha?

Na língua inglesa, the office is a battlefield… É por isso que há tantos termos técnicos militares que são usados no mundo dos negócios. A matriz de uma empresa, por exemplo, pode ser traduzida como head office ou headquarters (= quartel-general). Diz-se também da segunda pessoa na hierarquia de um escritório: “He / she is the second in comand”.

É na área de Marketing que vemos a maior parte dessas expressões idiomáticas emprestadas das artes bélicas. Quando o assunto é competitividade, fala-se em ganhar terreno (gain ground) no mercado e juntar forças (join forces) com outra empresa em alguma parceria; as metas para a área de vendas são targets (=alvos); e concorrentes devem ser bombardeados (bombarded).

Yes, business is war... Então, o melhor a fazer é se armar do melhor conhecimento possível para não entrar em nenhuma situação difícil - ou campo minado (minefield) - e nem ser apanhado em algum fogo cruzado (get caught in the crossfire). Proteja-se bem e mire no sucesso!

Keep your back covered and set your sights on success!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Dicionários

Tentar aprender um idioma sem ter um bom dicionário é perda de tempo – literalmente. Onde mais se pode encontrar aquela palavra de que você precisa tanto? Além disso, um dicionário é útil para se averiguar a grafia correta de um termo (ou se há mais de uma grafia), a pronúncia da palavra (um bom dicionário mostrará também as variações regionais), que classe de palavra é (substantivo, adjetivo, verbo, etc), o grau de formalidade da palavra (se é arcaica, coloquial, gíria, baixo calão, etc) e se pertence a alguma área técnica ou científica (Medicina, Filosofia, Direito, etc). Sem falar nas expressões idiomáticas, cujo conhecimento é fundamental para aqueles que desejam ter um inglês fluente e natural.


Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.

O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Um país monolíngüe em um mundo poliglota

Muitas pessoas hoje no Brasil já começam a perceber que falar inglês fluentemente é pré-requisito para a obtenção de um bom emprego. É cada vez maior a procura por cursos de inglês por parte de profissionais que desejam melhorar suas qualificações.

Uma pesquisa realizada pelo SINPRORP – Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas no Estado de São Paulo - revelou que o profissional que fala o idioma pode receber salário até 4,6 vezes maior em relação àqueles que não falam a língua inglesa. E empresas de grande porte como algumas multinacionais já começam a requisitar o conhecimento de duas línguas estrangeiras, normalmente o inglês e o espanhol.
Isso se deve à intensificação do comércio mundial e do intercâmbio cultural e científico entre países do mundo inteiro. Em outras palavras, a globalização.

O Brasil, entretanto, continua lingüisticamente muito aquém de suas potencialidades. Há décadas, o ensino de língua estrangeira deixou de ser obrigatório na rede pública, e acabou sendo encarado como uma "atividade didática", que não exige freqüência ou atenção às aulas. Nas escolas particulares, o ensino de inglês e espanhol se tornou um diferencial, chegando alguns estabelecimentos a terceirizar as aulas, por meio de cursos livres de idiomas. O resultado é que o adolescente brasileiro em geral não vê a importância da fluência em língua estrangeira, e só vem a perceber a dimensão do problema na fase adulta, quando já está em plena competição no mercado de trabalho. Nesse momento, o aprendizado de inglês passa a ser um motivo a mais de preocupação e angústia na já estressante rotina dos candidatos a emprego.

A conseqüência mais imediata é a busca pelo aprendizado rápido e em detrimento da preparação adequada e do estudo necessário. Na guerra pela conquista de alunos, às vezes o vencedor é o curso de inglês que promete ensinar a falar rápido e "sem dever de casa". Mas para se manter uma conversação de negócios é necessário mais do que conhecimentos básicos de gramática e de expressões coloquiais.

O inglês falado em situações de trabalho no mundo dos negócios - o Inglês Comercial ou Business English - é mais formal do que o inglês falado em situações informais do dia-a-dia, além de conter um vocabulário próprio de termos técnicos de administração, contabilidade, marketing, economia, etc. Já o inglês usado por profissionais do Direito - o Inglês Jurídico ou Legal English - é muito formal, caracterizado por frases longas e estruturas de gramática complexas, além de um vocabulário desconhecido por leigos - até mesmo por leigos cuja língua materna é o inglês. Tanto o Inglês Comercial quanto o Inglês Jurídico requerem dedicação ao estudo, por parte do aluno, e comprometimento com a qualidade das aulas, por parte do professor.

Sem essa aliança, o Brasil nunca conseguirá se inserir totalmente no mundo seleto dos países ricos e desenvolvidos. A comunicação perfeita e eficaz no mundo dos negócios e das relações internacionais é essencial para a proteção dos interesses econômicos e políticos de um Estado, de seus cidadãos e empresas. Disso bem sabem países como a Alemanha, a Suíça, a Holanda e outros países desenvolvidos da Europa, que não têm o inglês como língua oficial, mas nunca se descuidaram do ensino de idiomas em suas escolas fundamentais.