quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Rio Oil & Gas Expo and Conference 2008


A Rio Oil & Gas Expo and Conference é o principal evento de Petróleo e Gás da América Latina. Realizada a cada dois anos no Centro de Convenções do Riocentro, Rio de Janeiro, desde 1982, a exposição é uma importante oportunidade para as empresas nacionais e estrangeiras apresentarem seus produtos e serviços, enquanto a conferência é o forum de discussão sobre inovações tecnológicas.

Este ano, a Rio Oil & Gas Expo and Conference tem como lema "Petróleo & Gás no Século XXI: Desafios Tecnológicos".

Ganha um doce quem adivinhar qual o idioma estrangeiro mais falado durante as conferências e os negócios...

Rio Oil & Gas Expo and Conference 2008 - de 15 a 18 de setembro de 2008, no Riocentro.
Exposição - das 12h às 20h
Conferência - das 9h às 18h

Para saber mais sobre o evento, acesse:
http://www.ibp.org.br/main.asp?Team={70BDA2BC-8CA1-48A6-8B9A-DF11C9B56F6C}

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Raise or rise?

Raise (verbo regular: raise, raised, raised) pode ser traduzido como "levantar", "alçar", "soerguer", "erguer"; por exemplo, the car raised a cloud of dust (= “o carro levantou uma nuvem de poeira”); the union complained that the company had not raised salaries or wages in the previous year (= “O sindicato reclamou que a empresa não havia aumentado os salários no ano anterior").

Rise (verbo irregular: rise, rose, risen) é normalmente traduzido como "levantar-se", "alçar-se", "erguer-se"; como nos exemplos: The sun rises early in summer. ( = “O sol nasce cedo no verão”.) Unemployment rose 1.5% last year. (“O desemprego subiu 1.5% no ano passado.”)

Como se pode observar, embora parecidos à primeira vista, raise e rise são bem diferentes; raise é seguido de um objeto direto ou indireto; rise é normalmente intransitivo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Educação sem barreiras de língua


Eles têm excelência em educação e uma atraente lista de MBAs, dentre os quais Marketing é um dos mais procurados, assim como o MBA em Gestão e Business Law. Este último está sendo disponibilizado a empresas e as suas universidades corporativas (cursos in-company). E para assegurar a qualidade de seu material didático, foi criado o Pool de Serviços.

Em que país fica essa instituição? No Brasil, mesmo... Estamos falando do programa FGV Management, da Fundação Getúlio Vargas. Pela quantidade de termos da língua inglesa encontrada na página da instituição, percebe-se a importância dada ao conhecimento de idiomas, particularmente o Inglês. Não se trata de mera erudição: a FGV, uma instituição de excelência educacional, parece estar consciente de que o Brasil precisa deixar de ser um país monolíngüe para se inserir definitivamente no cenário internacional.

E a contribuição da FGV é preparar executivos brasileiros para essa nova era de internacionalização e globalização. Os benefícios serão de toda a sociedade brasileira: mais negócios internacionais, mais investimentos estrangeiros, mais empregos, mais geração de renda.

Para mais informações sobre os programas e cursos da FGV, acesse:

FGV Management
http://www.fgv.br/fgvmgm/

Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV)
http://www.ebape.fgv.br/institucional/asp/dsp_escola.asp

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Brasil sem Inglês perde investimentos multinacionais


É "chover no molhado" dizer que os executivos de negócios no Brasil estão perdendo oportunidades de ótimos empregos por não falarem Inglês. A (má) novidade é que o Brasil como um todo está perdendo com isso: multinacionais estão preferindo abrir subsidiárias em outros países, como a Costa Rica e a Argentina (em vez do Brasil), porque nesses locais encontram-se mais facilmente executivos bilíngües.

É o que revela uma reportagem intitulada "Não tem perhaps", publicada na revista Você S.A. de agosto de 2008. A matéria traz diversos exemplos recentes dessa lamentável perda. A HP, a multinacional americana de computadores, desistiu de abrir um centro de serviços em São Paulo. E quem levou a melhor foi a Costa Rica, que com isso lucrou 5,000 empregos para jovens recém-formados na área de informática. Jair Pianucci, diretor de Recursos Humanos da HP, explica que na Costa Rica, que só tem 4,3 milhões de habitantes, é comum encontrar milhares de trabalhadores que falam perfeitamente Inglês - ao passo que no Brasil, país com uma população muito maior, profissionais realmente bilíngues são raros, mesmo entre os executivos de negócios.

A multinacional alemã de tecnologia SAP decidiu construir seu centro de serviços compartilhados na Argentina. E o Brasil perdeu mais 50 vagas para profissionais. A SAP Brasil também interrompeu os investimentos no seu centro de desenvolvimento de software em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Álvaro Cyrino, professor de estratégia e internacionalização da Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte, aponta outras barreiras: o Brasil tem custos muito altos de produção, infra-estrutura e impostos. Some-se a isso a carência de trabalhadores bilíngües (mais disponíveis em outros países vizinhos) e lá se vai mais um investimento que poderia ter ficado no Brasil.

Nosso blog Inglês Comercial e Jurídico gostaria de lembrar aos leitores que tanto na Argentina como na Costa Rica o Inglês não é língua materna nem oficial. Portanto, se esses países têm mais profissionais bem formados, com certeza isso se deveu a esforços e a investimentos realizados por seus governos e sociedades. O Brasil poderia ser mais competitivo se encarasse a barreira da língua como um urgente desafio a ser vencido, em vez de ignorar o problema. Falar bem um idioma - estrangeiro ou materno - é uma questão de estrutura de ensino, investimento correto em educação.

Há dois anos a multinacional indiana Tata teve grande dificuldade ao montar seu escritório aqui no Brasil: não havia gente qualificada o suficiente para se comunicar em Inglês. A empresa alemã Siemens ainda tem vagas abertas aqui em sua filial brasileira - as vagas não são preenchidas por causa da carência de pessoas fluentes no idioma.

A revista Você S.A. prossegue com observações importantes, feitas por experts em Recursos Humanos, de que não se trata somente de "se comunicar em inglês" - é essencial que o profissional tenha um bom nível de expressão no idioma, que o permita efetivamente conversar e realizar negócios em inglês (inclusive com falantes nativos), redigir corretamente documentos e e-mails, etc.

O Brasil perde quando fica fora dos planos de expansão e investimento de grandes corporações, que poderiam estar estabelecidas aqui, gerando empregos e divisas. E nossos profissionais também perdem, quando ficam sem a oportunidade de uma experiência de trabalho numa empresa multinacional de grande porte e tecnologia de ponta.

É hora de pronunciarmos nosso "Abre-te, Sésamo" - pensar no estudo de idiomas como uma chave que abrirá muitas portas para o Brasil no mercado internacional, e ajudará a trazer o desenvolvimento de que nosso país tanto necessita.

LINK:
Revista Você S.A.
http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0122/aberto/materia/mt_293211.shtml

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A call to the Bar


Não, não é um convite para tomar umas cervejas... (rs) Na verdade, the Bar é a instituição (Ordem) que regula a profissão e a atividade de advogado, tanto nos Estados Unidos (the American Bar Association) quanto na Inglaterra e País de Gales (the Bar Council). O termo the Bar também é usado para se referir à própria profissão de advogado, ou ao conjunto, à classe dos advogados.

A call to the Bar é a autorização recebida por um advogado para começar a exercer sua profissão, após passar nas provas da Ordem (the Bar examinations). He was called to the Bar – no Brasil, diríamos: Ele passou no Exame de Ordem da OAB.

domingo, 10 de agosto de 2008

O que se ganha

Em Inglês, salário pode ser traduzido como salary ou wages.

Se você trabalha em escritório (ou seja, é um white-collar worker) e recebe um salário mensal, normalmente depositado em sua conta corrente pela empresa, então o que você recebe é salary.

Por outro lado, um trabalhador braçal (blue-collar worker) que é remunerado semanalmente com dinheiro em espécie (cash in hand) recebe wages. Quando falamos de salário mínimo, normalmente usamos a expressão minimum wages.

Já os trabalhadores autônomos (self-employed professionals), como os advogados, tradutores, etc. recebem fees (=honorários).


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O Código Civil Brasileiro em Inglês

Um lançamento recente - e mais uma importante ferramenta para aqueles que trabalham com Direito, Relações Internacionais, Comércio Exterior:

ROSE, Leslie. O Código Civil Brasileiro em Inglês - The Brazilian Civil Code In English. Rio de Janeiro: Renovar, 2008.

ISBN: 97885147-667-7

Trata-se de uma edição bilíngüe (Português / Inglês), uma louvável iniciativa tanto da autora quanto da editora. Esperamos que outras publicações de códigos bilíngües venham na seqüência, particularmente neste momento de expansão e destaque que o Brasil vivencia no cenário comercial e político mundial.