Dicionários e outras obras de referência para Inglês Jurídico:
CAVALCANTE, José Cândido Marques. Dicionário Inglês-Português de termos econômicos e comerciais. Petrópolis: Vozes / Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 1979.
BLACK, Henry Campbell. Black´s Law Dictionary. Sixth Edition. USA: West Publishing Co., 1990.
CLAPP, James E. Random House Webster´s DICTIONARY OF LAW. New York: Random House, 2000.
COLLIN, P.H. Dictionary of Law -Third edition. Great Britain: Peter Collin Publishing Ltd., 2000.
GIFIS, Steven H. Law Dictionary - Fourth Edition. USA: Barron´s, 1996.
GOYOS, Durval de Noronha. (1993) Dicionário juridico Português-Inglês. São Paulo : Observador Legal Editora, 2002.
MELLO, Maria Chaves de. Dicionário Jurídico Português/Inglês/Português. 8ª. edição revista, ampliada e atualizada. São Paulo: Método, 2006.
NOGUEIRA, Danilo. Vocabulário para Direito Societário Português/Inglês. São Paulo: SBS, 2000.
WALKER, David M. The Oxford Companion to Law. Oxford: Claredon Press, 1980.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Dicionários
Tentar aprender um idioma sem ter um bom dicionário é perda de tempo – literalmente. Onde mais se pode encontrar aquela palavra de que você precisa tanto? Além disso, um dicionário é útil para se averiguar a grafia correta de um termo (ou se há mais de uma grafia), a pronúncia da palavra (um bom dicionário mostrará também as variações regionais), que classe de palavra é (substantivo, adjetivo, verbo, etc), o grau de formalidade da palavra (se é arcaica, coloquial, gíria, baixo calão, etc) e se pertence a alguma área técnica ou científica (Medicina, Filosofia, Direito, etc). Sem falar nas expressões idiomáticas, cujo conhecimento é fundamental para aqueles que desejam ter um inglês fluente e natural.
Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.
O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.
Dois ou três bons dicionários na estante e qualquer estudante estará bem assistido. Independentemente do nível de inglês, todo aluno deve procurar adquirir pelo menos um dicionário bilíngüe (Português-Inglês), um monolíngüe (English-English) e um de termos técnicos (Inglês Jurídico, Inglês Comercial). Para os adeptos das facilidades tecnológicas, há versões dos melhores dicionários em CD-ROM, DVD e outras versões digitais compatíveis com Palm, Smartphone, etc.
O investimento vale a pena. O dicionário é o melhor amigo do aluno.
CD-ROM ou CD-rum?
E por falar em mídia digital... É impressionante como até hoje se vê por aí gente pronunciando errado, falando em "CD-rum"... Eu me pergunto quantas garrafas de rum são necessárias para produzir esse efeito. A forma correta é CD-ROM, que é a abreviação de Compact Disk Read Only Memory, ou disco compacto somente de leitura.
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Practice makes Present Perfect
Os provérbios são realmente a sabedoria de um povo... O provérbio inglês “Practice makes perfect” – “A prática leva à perfeição” – tem realmente algo a nos ensinar. Geralmente nós nos sentimos frustrados quando erramos e então nos esquecemos de que a perfeição é algo que só se atinge com o tempo e a prática.
Quando o assunto é inglês, a maioria dos executivos de negócios se sente mal em demonstrar que não sabe ou se esqueceu de usar uma determinada estrutura de gramática. O Present Perfect, por exemplo, não é algo difícil de se aprender: usamos quando falamos de uma ação ou evento que aconteceu no passado, em um tempo não específico (Have you worked as a secretary? - Você já trabalhou como secretária?). Também usamos para fatos ou situações que começaram no passado e continuam até o momento presente (I have been a lawyer for ten years now. – Eu sou advogado há dez anos.)
Explicar o Present Perfect é simples – a maioria dos alunos já estudou sobre as regras e talvez fosse capaz até mesmo de dar uma aula teórica sobre o assunto. Mas quando a questão é a prática... “Aí, o bicho pega, professora”, respondeu-me um aluno. Eu ri.
Não se preocupe: quando a questão é a prática, nada melhor do que praticar. Pense nos dois casos que mencionei acima. Pense em quantas situações do dia-a-dia necessitam desse tempo verbal. Tente passar essas frases que você imaginou para o inglês. Ouça músicas, assista a filmes em inglês. E quando se deparar com o Present Perfect em alguma frase, procure compreender o sentido, anote, repita, cante. Simples assim: pratique seu Present Perfect. É só a prática mesmo que leva à perfeição.
Enjoy yourself!
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
Um país monolíngüe em um mundo poliglota
Muitas pessoas hoje no Brasil já começam a perceber que falar inglês fluentemente é pré-requisito para a obtenção de um bom emprego. É cada vez maior a procura por cursos de inglês por parte de profissionais que desejam melhorar suas qualificações.
Uma pesquisa realizada pelo SINPRORP – Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas no Estado de São Paulo - revelou que o profissional que fala o idioma pode receber salário até 4,6 vezes maior em relação àqueles que não falam a língua inglesa. E empresas de grande porte como algumas multinacionais já começam a requisitar o conhecimento de duas línguas estrangeiras, normalmente o inglês e o espanhol.
Isso se deve à intensificação do comércio mundial e do intercâmbio cultural e científico entre países do mundo inteiro. Em outras palavras, a globalização.
O Brasil, entretanto, continua lingüisticamente muito aquém de suas potencialidades. Há décadas, o ensino de língua estrangeira deixou de ser obrigatório na rede pública, e acabou sendo encarado como uma "atividade didática", que não exige freqüência ou atenção às aulas. Nas escolas particulares, o ensino de inglês e espanhol se tornou um diferencial, chegando alguns estabelecimentos a terceirizar as aulas, por meio de cursos livres de idiomas. O resultado é que o adolescente brasileiro em geral não vê a importância da fluência em língua estrangeira, e só vem a perceber a dimensão do problema na fase adulta, quando já está em plena competição no mercado de trabalho. Nesse momento, o aprendizado de inglês passa a ser um motivo a mais de preocupação e angústia na já estressante rotina dos candidatos a emprego.
A conseqüência mais imediata é a busca pelo aprendizado rápido e em detrimento da preparação adequada e do estudo necessário. Na guerra pela conquista de alunos, às vezes o vencedor é o curso de inglês que promete ensinar a falar rápido e "sem dever de casa". Mas para se manter uma conversação de negócios é necessário mais do que conhecimentos básicos de gramática e de expressões coloquiais.
O inglês falado em situações de trabalho no mundo dos negócios - o Inglês Comercial ou Business English - é mais formal do que o inglês falado em situações informais do dia-a-dia, além de conter um vocabulário próprio de termos técnicos de administração, contabilidade, marketing, economia, etc. Já o inglês usado por profissionais do Direito - o Inglês Jurídico ou Legal English - é muito formal, caracterizado por frases longas e estruturas de gramática complexas, além de um vocabulário desconhecido por leigos - até mesmo por leigos cuja língua materna é o inglês. Tanto o Inglês Comercial quanto o Inglês Jurídico requerem dedicação ao estudo, por parte do aluno, e comprometimento com a qualidade das aulas, por parte do professor.
Sem essa aliança, o Brasil nunca conseguirá se inserir totalmente no mundo seleto dos países ricos e desenvolvidos. A comunicação perfeita e eficaz no mundo dos negócios e das relações internacionais é essencial para a proteção dos interesses econômicos e políticos de um Estado, de seus cidadãos e empresas. Disso bem sabem países como a Alemanha, a Suíça, a Holanda e outros países desenvolvidos da Europa, que não têm o inglês como língua oficial, mas nunca se descuidaram do ensino de idiomas em suas escolas fundamentais.
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